11 de março de 2019

Toninha ganha novo jogo para celular



Aplicativo do Projeto Toninhas/Univille chama a atenção para o golfinho mais ameaçado de extinção do Brasil e está disponível gratuitamente na Play e App Store

Não dizem que o ano só começa depois do carnaval? Então para marcar o início efetivo de 2019 e a volta às aulas, o Projeto Toninhas/Univille lança mais um aplicativo para smartphones e tablets. Cinco meses após a divulgação do Toninha’s Adventure, que possui o formato runner, agora é a vez do Toninhas’s Life, um game no estilo bichinho virtual, ganhar o carinho e atenção da garotada.

Inspirado em sucessos como Pou e Tamagochi, o jogo recria as necessidades e dificuldades que a toninha, o golfinho em maior risco de extinção da costa brasileira, enfrenta em seu habitat. Ao manter o bem-estar da toninha, por meio de cuidados com o ambiente, como a limpeza dos mares e a remoção de redes de pesca fantasmas, o jogador vai conhecendo mais sobre a espécie. Conforme for avançando, poderá ainda interagir com outras toninhas, além de descobrir outros animais e ecossistemas.
O aplicativo é resultado de uma parceria entre a empresa Fan Studios, de Fortaleza/CE, e o Projeto Toninhas/Univille, que conta com patrocínio Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental. Para o sócio e Diretor de Arte da Fan Studios, Cairo Barbosa Gouveia, o jogo gera empatia com a problemática da toninha. “Descobri como é fácil amar as toninhas. Trabalhando com o Projeto e entendendo mais sobre a vida desses animais, me deu vontade de largar tudo por uns dias e ir lá vê-los de perto. É interessante se imaginar na pele desses golfinhos e entender como é seu dia a dia. Nosso intuito com o Toninha's Life foi criar um jogo simples, relaxante e divertido que possa ajudar o jogador a saber que somos, de certa forma, responsáveis pela a vida natural que nos cerca e como nossas ações podem interferir positivamente ou negativamente nessa fauna e flora”.
A coordenadora de educação ambiental do Projeto Toninhas/Univille, Daiana Proença Bezerra, explica que o Toninha’s Life soma esforços ao já lançado Toninha’s Adventure em prol da sensibilização ambiental e popularização da toninha. “O conteúdo dos jogos pode ser de grande utilidade para quem vive próximo aos ecossistemas costeiros, além de proporcionar as populações não litorâneas a possibilidade de contato com o universo marinho”. A coordenadora comenta ainda sobre o desejo que os aplicativos auxiliem no ensino. “São mais de 40 espécies apresentadas com ricas ilustrações e um pequeno glossário sobre a flora e fauna. Esse conteúdo foi desenvolvido com muito carinho, pensado em professores e estudantes. Nosso intuito é que os aplicativos possam ser utilizados como ferramenta pedagógica auxiliar nas aulas de ciência e biologia” completa Daiana.
Assim como no caso do Toninha’s Adventure, que já está disponível, o download do Toninha’s Life poderá ser feito de forma gratuita via App Store e Play Store, disponíveis para Android e IOS a partir do dia 18 de março. “Com esse dueto de opções o Projeto busca atender os mais diferentes gostos do público, conciliando informação e entretenimento”, finaliza a educadora ambiental.



Para mais informações, acesse: www.projetotoninhas.org.br
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28 de fevereiro de 2019

Projeto Grande Reserva Mata Atlântica é apresentado no Grupo Pró-Babitonga


Vídeo sobre a Baía Babitonga, gravado com pesquisadores do Projeto Toninhas/Univille foi exibido para ilustrar a proposta do GRMA

O Projeto Grande Reserva Mata Atlântica (GRMA) foi apresentado na última reunião do Grupo Pró-Babitonga (GPB). Além de conhecer a proposta da GRMA, o grupo multisetorial, que reúne 26 entidades dos segmentos socioambiental, socioeconômico e público dos seis municípios do entorno da Baía Babitonga, pôde acompanhar o vídeo “As toninhas da Babitonga”, o quarto episódio da série produzida pelo Projeto GRMA.


De acordo com os idealizadores do Projeto Grande Reserva Mata Atlântica, os estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina abrigam o último grande remanescente da Mata Atlântica. A floresta foi reduzida em mais de 90% de sua área original, mas ainda restam 1,8 milhões de hectares. Apenas 28% desse território está legalmente protegido, abrigando dezenas de Unidades de Conservação públicas e privadas. Os organizadores da proposta defendem que essas áreas estão desconectadas e isoladas, o que dificulta a implementação de políticas de proteção.


Nesse sentido, o principal objetivo da criação da Grande Reserva Mata Atlântica é pensar o território estrategicamente de modo integrado, compondo um grande conglomerado natural de oportunidade e desenvolvimento para as comunidades locais, reunindo entidades e parceiros que se encontram dentro do território. A proposta vai de encontro à missão do GPB: “contribuir para a gestão participativa e integrada do ecossistema Babitonga, com ações que assegurem a proteção da diversidade biológica e cultural, o disciplinamento da ocupação e a sustentabilidade dos usos dos recursos naturais”. Criado em maio de 2017, o grupo trabalha para aprimorar a capacidade de governança do ecossistema Babitonga e contribuir com as ações de ordenamento e uso sustentável desse espaço.


A primeira iniciativa do Projeto GRMA é a produção de uma série de minidocumentários intitulados "Histórias da Grande Reserva Mata Atlântica". O vídeo gravado em dezembro de 2018 com participação dos pesquisadores do Projeto Toninhas, compõe o seriado e foi exibido ao GPB. O vídeo retrata a baía, que abriga a última floresta de mangues do Atlântico Sul e a importância desse estuário onde vive a única população residente em baía do golfinho com maior risco de extinção no Brasil, a toninha. Durante as falas da professora Marta Cremer, coordenadora geral do Projeto Toninhas e de Fabiano Grecco, biólogo do Projeto Babitonga Ativa, que realiza a assessoria executiva do GPB, foram apresentadas as preocupações com o futuro deste ambiente. Para eles, a intensa especulação imobiliária é um dos principais fatores que ameaça a biodiversidade e as atividades socioeconômicas que dependem da raridade e riqueza deste ecossistema.


O Projeto Toninhas é realizado pela Univille e conta com #patrocínioPetrobras por meio do Programa @Petrobras Socioambiental.



25 de fevereiro de 2019

O Veleiro ECO e a Baía Babitonga (Fotos)


Recentemente recebemos a visita do Veleiro ECO. A primeira expedição oficial da embarcação. Foram dias de muito trabalho, reuniões, entrevistas e visitas guiadas com os estagiários do Projeto Toninhas e estudantes do Colégio Univille, de São Francisco do Sul. 
Uma experiência gratificante e que reforça nosso compromisso com a pesquisa e conservação da toninha e dos ecossistemas costeiros.
Bons ventos ECO e até a volta!
Separamos para vocês alguns dos recortes desse momento especial.

O Projeto Toninhas é realizado pela 
@univille e conta com #patrocínioPetrobras por meio do Programa @Petrobras Socioambiental.



















7 de fevereiro de 2019

Veleiro de Expedições Científicas Oceanográficas (ECO) visita a Baía Babitonga


Embarcação destinada a pesquisas oceanográficas chega em São Francisco do Sul, na primeira quinzena de fevereiro, para conhecer as toninhas e seu ecossistema

A majestosa Baía Babitonga será, nos próximos dias, o cenário de atuação do primeiro barco a vela destinado exclusivamente à pesquisa oceanográfica no Brasil. O veleiro ECO (Expedições Científicas Oceanográficas), gerenciado pela Fundação de Ensino e Engenharia em Santa Catarina (FEESC) em cooperação com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), deve aportar nas águas de São Francisco do Sul na manhã do dia 11 de fevereiro.


Em sua primeira visita técnica à Babitonga o veleiro irá realizar pequenas incursões para reconhecer o território, testar equipamentos e definir linhas de pesquisa futuras. Na programação, também, está prevista a captação de imagens e entrevistas com pesquisadores e associações locais para a produção de um documentário sobre a biodiversidade da costa catarinense, a cargo da Arrebol Produções. Planeja-se ainda ações de educação ambiental em parceria com o Projeto Toninhas/Univille.
O veleiro ECO é uma iniciativa inédita no Brasil, permitindo expedições científicas de grande porte, inclusive à região antártica. Águas costeiras e continentais também podem ser acessadas pelo projeto: “a navegação a vela sem ruído e quilha retrátil permitirão deslocamento em águas rasas de manguezal e estuários de rios; áreas muito sensíveis ao adensamento urbano, às obras hidroviárias e às mudanças no clima”, explica o idealizador e coordenador do Projeto Veleiro ECO, Professor Orestes Alarcon. Ele ainda completa, “o ECO será um agente integrador da ciência e tecnologia para o Brasil, tão carente em embarcações para pesquisas. É um laboratório de pesquisa embarcado e o objetivo central é o desenvolvimento de projetos focados em iniciativas vinculadas à sustentabilidade dos oceanos”.



Em alumínio naval e com um comprimento de 60 pés (aprox. 20m), o veleiro pode hospedar comodamente até dez pessoas, entre pesquisadores e tripulantes. A utilização das velas e um sistema de geração de energia solar auxiliar tornam a embarcação ecológica e de custo operacional reduzido. Ideal visto com otimismo pelo Projeto Toninhas, parceiro da ação na Baía Babitonga. “É muito importante ver iniciativas como essa ganhando espaço. A pesquisa marinha no Brasil é um constante desafio e contar com parceiros a favor da conservação é fundamental”, defende Marta Cremer, coordenadora geral do Projeto Toninhas/Univille, que conta com patrocínio Petrobras, pelo programa Petrobras Socioambiental. Marta complementa: “no que se refere à pesquisa com toninhas, a espécie de golfinho mais ameaçado do Brasil, a parceria com o ECO permitirá a coleta de dados ao longo da costa utilizando uma plataforma que produz baixo nível de ruído e com reduzido custo operacional”.



O veleiro ECO permanecerá na Babitonga de quatro a cinco dias, e entre as atividades estão previstas reuniões entre pesquisadores que idealizaram o projeto e de instituições locais para discutir possíveis parcerias e estratégias para o desenvolvimento de projetos conjuntos. O veleiro ECO estará ancorado em frente ao Museu do Mar, um cenário de especial importância e beleza histórica, onde será programado visitas à embarcação para os amantes das ciências do mar e da navegação.



18 de janeiro de 2019

Grande Reserva Mata Atlântica grava vídeo na Baía Babitonga


Equipe de gravação visitou o Projeto Toninhas/Univille e realizou uma saída de campo com os pesquisadores pelas águas onde que vivem as toninhas

O Projeto Grande Reserva Mata Atlântica lançou na última semana o primeiro vídeo de uma série de minidocumentários sobre o último grande remanescente contínuo da Mata Atlântica no mundo. Intitulada "Histórias da Grande Reserva Mata Atlântica", os vídeos têm o propósito de evidenciar aos expectadores o valor da biodiversidade de animais e plantas desse ecossistema, além de indicar caminhos de conservação por meio do desenvolvimento de uma economia restaurativa.




O primeiro episódio “A Mini Amazônia” apresenta, em aproximadamente 7 minutos, dados sobre a mata remanescente. A floresta foi reduzida em mais de 90% de sua área original, mas ainda restam 1,8 milhões de hectares entre os estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Apenas 28% do território está legalmente protegido, abrigando dezenas de Unidades de Conservação públicas e privadas. Segundo os organizadores da proposta, que reúne conservacionistas, estudiosos e empresários, essas áreas estão desconectadas e isoladas, o que dificulta a implementação de políticas de proteção. Nesse sentido, a Grande Reserva Mata Atlântica permite pensar o território estrategicamente de modo integrado, compondo um grande conglomerado natural de oportunidade e desenvolvimento para as comunidades locais.

No limite sul da Grande Reserva, a Baía Babitonga e a toninha protagonizam um dos episódios da série. Além de retratar as riquezas da baía que abriga a última floresta de mangues do sul do país, o vídeo relata a importância do estuário onde vive a única população residente em baía do golfinho com maior risco de extinção no Brasil, a toninha. Também serão abordadas preocupações com o futuro deste ambiente, que sofre intensa especulação imobiliária, ameaçando as atividades socioeconômicas que dependem da sua raridade e riqueza.




Mais nove vídeos estão previstos para serem lançados até o mês de março, com lançamentos semanais, sempre aos domingos.
O Projeto Toninhas é realizado pela Univille e conta com #patrocínioPetrobras por meio do Programa @Petrobras Socioambiental.



7 de janeiro de 2019

Fotos lançamento do especial de Natal de “As aventuras da toninha Babi”


Saíram as fotos oficiais do lançamento do episódio especial de natal. 😊



Para celebrar o momento mais encantador do ano, o Projeto Toninhas/Univille lançou no mês de dezembro um episódio especial de Natal da animação “As Aventuras da toninha Babi”.
O sucesso dos primeiros cinco episódios da série foi a motivação inicial para o lançamento. O especial de aproximadamente três minutos e meio mostra os preparativos natalinos na Baía Babitonga, é também, uma celebração aos acontecimentos do Projeto Toninhas em 2018.









A première de lançamento aconteceu na Univille, no campus de Joinville, no dia 18 de dezembro e reuniu colaboradores da instituição e estudantes da educação infantil do município. Além do especial assistir em primeira mão o novo episódio, o público reviu a primeira temporada das animações.






Ainda não assistiu o especial de natal da Babi? Ele está disponível no canal no YouTube do Projeto Toninhas:

Para mais informações, acesse: www.projetotoninhas.org.br
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O Projeto Toninhas é realizado pela Univille e conta com #patrocínioPetrobras por meio do Programa @Petrobras Socioambiental.